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<title>Fonoaudiologia</title>
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<dc:date>2026-04-07T08:53:30Z</dc:date>
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<title>A contribuição da análise eletromiográfica de superfície para a definição da fase de evolução da paralisia facial periférica: fase flácida ou fase de seqüelas</title>
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<description>A contribuição da análise eletromiográfica de superfície para a definição da fase de evolução da paralisia facial periférica: fase flácida ou fase de seqüelas
Bernardes, Daniele Fontes Ferreira
OBJETIVO: Avaliar o padrão eletromiográfico em hemiface normal e hemiface afetada nos casos de paralisia facial, em seus dois extremos de evolução; musculatura sem aporte neural e musculatura após a regeneração neural aberrante. MATERIAL E MÉTODO: Foram selecionados indivíduos com paralisia facial periférica unilateral de qualquer etiologia, Idade entre 18 e 69 anos, de ambos os sexos, sem histórico de paralisias faciais prévias ou congênita e sem lesões faciais que interfirissem no contato dos eletrodos. Trinta e quatro indivíduos preencheram os critérios. O grupo controle foi constituído de 20 indivíduos voluntários sem história de paralisia facial, traumas de face ou anomalias craniofaciais. A avaliação da atividade elétrica dos músculos da face foi realizada por meio de registro eletromiográfico, usando equipamento MIOTEC com software MIOTOOL 400, de 04 canais, filtro Passa Baixa, com eletrodos de superfície descartáveis do tipo: Ag-AgCI mini med Kendal. Para a avaliação eletromiográfica foram solicitados os seguintes movimentos: elevação da testa, fechamento de olhos, protrusão labial e retração labial. Além disso, foram registradas as atividades eletromiográficas em outros canais correspondentes aos outros grupos musculares durante a atividade primária a fim de identificar a presença de sincinesias, sendo a atividade dos lábios durante fechamento forçado dos olhos, a atividade dos olhos durante protrusão labial e a atividade dos olhos durante retração labial. A análise estatística foi realizada utilizando-se o software Statistical Package for Social Sciences (SPSS) for Mac versão 16.0 (SPSS Inc, Chicago, IL). Foi considerada como atividade eletromiográfica de cada segmento das hemifaces avaliadas (testa, olho e lábio) durante cada movimento (franzimento a testa, fechamento ocular, protrusão labial e retração labial) o valor médio obtido durante os 8 segundos de registro (em V). O índice da atividade eletromiográfica (IEMG) foi calculado através da divisão da atividade eletromiográfica do lado acometido pela atividade do lado normal para o grupo em estudo e através da divisão da atividade eletromiográfica do lado esquerdo pelo lado direito no grupo controle. RESULTADOS: Houve diferença estatisticamente significante entre os grupos em todos os movimentos analisados. Nas sincinesias no lábio durante o fechamento ocular a totalidade de indivíduos será identificada corretamente (com 100% de verdadeiros positivo e 0% de falsos negativos) utilizando-se o valor de IEMG de 1,62 como ponto de corte. Para a identificação da sincinesia no olho durante a protrusão labial o valor do IEMG no ponto de corte que apresenta ao maior sensibilidade (93,3%) e especificidade (95,9%) é 1,79. CONCLUSÃO: O padrão da atividade eletromiográfica mostrou ser estatisticamente diferente entre os grupos em fase flácida e fase de seqüelas; a relação entre as duas hemifaces é rebaixada nos pacientes em fase flácida e pode tanto mostrar valores normais, elevados ou rebaixados em indivíduos em fase de seqüelas; o IEMG mostrou ser de alta sensibilidade e especificidade na identificação das sincinesias
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A influência do feedback auditivo e da reabilitação vocal em indivíduos com surdez pré-lingual após o implante coclear</title>
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<description>A influência do feedback auditivo e da reabilitação vocal em indivíduos com surdez pré-lingual após o implante coclear
Ubrig, Maysa Tiberio
OBJETIVO: Verificar se ocorrem modificações nos parâmetros vocais perceptivos, acústicos e no Voice Onset Time das consoantes plosivas em adultos implantados com deficiência auditiva pré-lingual, após reabilitação vocal específica. MÉTODO: Participaram 20 adultos alfabetizados com deficiência auditiva sensorioneural de severa a profunda bilateral pré-lingual implantados tardiamente, com uso fluente de linguagem oral para a comunicação, com idades entre 17 e 48 anos. Todos apresentavam exame laringológico normal e limiares auditivos com implante coclear melhores que 40dBHL. Os indivíduos foram aleatoriamente distribuídos em dois grupos: Grupo 1 (estudo) e Grupo 2 (controle), com 10 pacientes em cada um deles, sendo 5 pacientes do gênero masculino e 5 do gênero feminino, semelhantes na média de idade e no tempo de privação auditiva anterior ao implante coclear. Os pacientes do Grupo 1 foram submetidos a um protocolo de terapia de voz e fala composto por 12 sessões individuais, com a mesma terapeuta, utilizando exercícios vocais e treinamento da produção de consoantes e do Voice Onset Time (VOT) com auxílio da espectrografia. O Grupo 2 realizou apenas gravações de voz. Foram realizadas gravações da voz antes e após a participação no protocolo de terapia para o Grupo 1, e após o mesmo período, 3 meses depois, sem qualquer intervenção, para o Grupo 2. Para as sessões de gravações da voz, utilizamos leitura das frases do protocolo CAPE-V, emissão da vogal sustentada /a/ e leitura de frases veículo com as seis plosivas do português brasileiro em posição inicial da palavra. Foi realizada avaliação perceptivo-auditiva das vozes por três juízes, e análise acústica por meio do programa PRAAT. RESULTADOS: Observou-se redução estatisticamente significante no grau geral da voz, na instabilidade vocal e no grau de alteração da ressonância após a reabilitação vocal no Grupo 1. Foi possível comprovar estatisticamente que os indivíduos do sexo feminino do Grupo 1 se diferenciaram do Grupo 2 nos valores da variabilidade da frequência fundamental (F0). Em relação à análise do VOT, o Grupo 1 apresentou modificação estatisticamente significante na melhora da produção das consoantes sonoras [b] e [d]. O Grupo 2 não apresentou mudanças significantes em quaisquer dos parâmetros analisados. CONCLUSÃO: Após a intervenção vocal, os implantados adultos submetidos à reabilitação vocal apresentaram modificações nos parâmetros perceptivo-auditivos e acústicos, com redução do grau geral da voz, da instabilidade vocal, do grau da alteração da ressonância, dos valores da variabilidade da F0 na emissão da vogal sustentada e do VOT das consoantes sonoras [b] e [d]
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A influência dos níveis de estimulação elétrica sobre os limiares auditivos, o reconhecimento de fala e o potencial evocado auditivo cortical em usuários de implante coclear</title>
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<description>A influência dos níveis de estimulação elétrica sobre os limiares auditivos, o reconhecimento de fala e o potencial evocado auditivo cortical em usuários de implante coclear
Martins, Kelly Vasconcelos Chaves
Introdução: A programação do implante coclear (IC) baseia-se tanto na medida dos níveis mínimos de corrente elétrica necessários para estimular o nervo auditivo como na medida dos níveis máximos para gerar sensação forte, sem desconforto. Na busca de norteadores na adequação desta programação, os potenciais evocados auditivos corticais (PEAC) estão se destacando como uma ferramenta de grande importância na avaliação de usuários de IC, fornecendo informações sobre o comportamento do sistema auditivo central. Objetivo: avaliar a influência da manipulação errônea dos níveis de estimulação elétrica na programação do processador de fala sobre os limiares auditivos, o reconhecimento de fala e o potencial evocado auditivo cortical em adultos usuários de IC. Método: Trata-se de um estudo prospectivo de corte transversal, com casuística composta por indivíduos adultos de ambos os sexos, com idade mínima de 18 anos, surdez de instalação pós-lingual, usuários de IC unilateral, com experiência mínima de 12 meses de uso do dispositivo. Os indivíduos selecionados deveriam apresentar média dos limiares auditivos em campo livre com o implante coclear igual ou melhor do que 34 dBNA e reconhecimento de monossílabos diferente de 0%. Foram excluídos indivíduos que não conseguiram colaborar com os procedimentos ou que apresentaram ausência das ondas do PEAC. Os participantes realizaram a programação habitual, nomeado MO (mapa original otimizado). Em seguida foram feitos três mapas experimentalmente errados: mapa original otimizado com menos 10 unidades de corrente elétrica no nível máximo (C), nomeado MC- (mapa menos C); mapa original otimizado com menos 10 unidades de corrente no nível mínimo (T), nomeado MT- (mapa menos T) e mapa original otimizado com mais 10 unidades de corrente no nível mínimo (T), nomeado MT+ (mapa mais MT). Em todos os programas, os participantes foram submetidos à pesquisa dos limiares auditivos em campo livre de 250Hz a 6000Hz, aos testes de reconhecimento de frases e monossílabos gravados apresentados a 65dB NPS no silêncio e no ruído, e ao registro dos PEAC. Todos os testes foram realizados em cabine acusticamente tratada, em ordem randomizada de apresentação dos mapas. Os dados foram foram comparados pelo teste de Wilcoxon. Resultados: Trinta indivíduos foram selecionados e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. O mapa MC- proporcionou piora de todos os limiares em campo livre, dos testes de reconhecimento de fala no silêncio e no ruído e atraso na latência da onda P1 com diferença estatisticamente significante em relação aos resultados com o mapa MO. O mapa MT- piorou os limiares auditivos e reduziu com significância estatística a latência da onda P2; o mapa MT+ melhorou os limiares em campo livre, exceto 6000Hz, alterando o reconhecimento de fala sem significância estatística. Conclusão: Os resultados sugerem que níveis máximos abaixo dos limiares comportamentais proporcionam piora no desempenho do implante coclear, tanto nos limiares auditivos como nos testes de reconhecimento de fala no silêncio e no ruído e aumento da latência do componente P1 do PEAC. Por outro lado, a manipulação dos níveis mínimos mostrou alteração na audibilidade sem impacto significante no reconhecimento de fala
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Acquired Speech and Language Disorders</title>
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<description>Acquired Speech and Language Disorders
Murdoch, B. E.
The stimulus for writing this book arose from the author's perception of a lack of available texts which adequately integrate the subjects of neuroanatomy and functional neurology with the practice of speech­ language pathology. This perception was gained from almost two decades of teaching in the areas of neuroanatomy and acquired neuro­ logical speech-language disorders to speech pathology students initially at the South Australian College of Advanced Education and, for the past five years, at the University of Queensland. Although a plethora of excellent texts devoted specifically to each of the subjects of neuroanatomy, neurology and aphasiology have been published, few have attemped to integrate these individual subject areas in such a way as to provide a more clear understanding of the neurological bases of clinically recognized forms of aphasia and motor speech disorders. In writing this text, I have attempted to provide a better balance between neuroanatomy-neurology and. speech-language pathology. Relevant areas of neuroanatomy and neurology are introduced and discussed in the context of specific speech and language disorders. In this way, I have aimed at providing a better link between the relevant neuroanatomical and neurological knowledge on the one hand, and specific neurologically based communication disorders on the other, in order to enhance the reader's understanding of the origins, course and prognosis of these disorders. Of course the writing of any book requires the support and encouragement of other people. This text was no exception.
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<dc:date>1990-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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